22 de fev de 2018

Por quê ler "O Cavaleiro dos Sete Reinos" ?


O Cavaleiro dos Sete Reinos
George RR Martin

Westeros é palco novamente de intrigas nesse novo livro, ou melhor, na compilação de três contos anteriormente publicados que são: O Cavaleiro Andante, Espada Juramentada e O Cavaleiro Misterioso.
Martin nos leva a 80 anos antes da trama da saga de Game of Thrones, trazendo um pouco mais do passado dos sete reinos, e uma nova amizade pouco improvável entre um jovem cavaleiro Dunk e o garoto Egg, estes se conhecem numa estalagem quando o cavaleiro viaja para Valfreixo para participar de um torneio.
Em meio a vários incidentes em Valfreixo, vamos conhecendo um pouco mais de Dunk, um escudeiro tirado do mercado das pulgas de Porto Real quando criança, pelo cavaleiro andante Sor Arlan e feito cavaleiro por este pouco antes do já idoso cavaleiro falecer, fato narrado nas primeiras paginas do livro.
Em Valfreixo somos apresentados a descendentes de algumas famosas casas em GoT, como Lannister, Florent, Baratheon, Tully, mas principalmente aos Targaryens.
Dunk acaba reencontrando Egg na cidade e o toma como escudeiro, mas depois vem descobrir que Egg é o apelido para Aegon, aquele moleque de roupas surradas é neto de Daeron Targaryen rei de Westeiro.
Esse torneio irá mudar a vida de ambos, colocando lado a lado em inúmeras aventuras, em suas vidas.
Nos contos Espada Juramentada e O cavaleiro Misterioso, Sor Duncan, o alto vulgo Dunk e Egg, encontram com cavaleiros que lutaram na revolta Blackfyre, onde Daeron tentou usurpar o trono de ferro.
Um livro envolvente como toda trama de Games of Throne, mas de uma leitura mais fácil que os livros da saga, mas não menos cativante.
Para os leitores da saga, conhecer um pouco mais dos personagens ou de fatos apenas citados nos livros é o maior atrativo.
George RR Martin, mostra que veio para deixar um legado para próximas gerações como JRR Tolkien e CS Lewis.

O livro está disponível na Biblioteca Central
Livro - LE M334c

5 de fev de 2018

9 curiosidades sobre o Carnaval

Você sabia que...
Fonte: Jornal da Orla

- O carnavalesco Luis Vieira de Carvalho (Lorde Gorila), criou o famoso Banho da Dorotéia (1923) em Santos, com os homens saindo vestidos de mulheres.

 - 1855 José de Alencar cria o “Congresso de Sumidades Carnavalescas, primeiro bloco organizado no Brasil.


 -O bloco Galo da Madrugada de Recife foi considerado pelo Guiness Book em 1994 o maior bloco do mundo e se mantém até hoje.
Fonte: Boqueirão News

- 1890 nasce “Ô Abre Alas!” primeira marchinha de carnaval composta por Chiquinha Gonzaga.


- O Rei Momo santista, Waldemar Esteves da Cunha até falecer era o  mais velho Rei Momo do Brasil, com 92 anos.
 
- No carnaval também existe espaço para fé o bloco Sal da Terra de Salvador, participa do carnaval baiano há 18 anos levando a mensagem de Cristo aos foliões.

- A famosa frase “quem não chora, não mama” é da canção tema do Cordão da Bola Preta, o mais antigo do Rio de Janeiro (99 anos).  

Fonte: Meio Ambiente e Turismo
- As marchinhas de carnaval foi muito popular entre os anos 1920 e 1960, mas perderam espaço para os sambas-enredos das escolas de sambas. 

- Em Veneza o carnaval é marcado por belas máscaras e trajes, assim podemos dizer: Se você quer falar de beleza fale do carnaval de Veneza!







Em Santos está sendo realizada um exposição em homenagem ao Rei Momo Waldemar Esteves da Cunha

Exposição Rei Momo
Local: Centro de Cultura Patrícia Galvão (Av. Senador Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias).
Sessão: Segunda a sexta-feira (até 16 de fevereiro), das 10h às 18h.
Entrada: Gratuito
Informações: 3233-6086

Quem neste carnaval for para Olinda ou Recife não deixe de conferir a exposição em homenagem ao Bloco Galo da Madrugada, para mais informações  no link do Jornal do Comercio de Pernambuco