1 de mar de 2010

“NÃO POR ACASO”... VOLTOU!

fotos 092 17 DE MARÇO (quarta – feira) estaremos “esquecendo” livros de entretenimento em alguns pontos ( pátio, bancos, cantina, sala de aula, elevadores, etc) da Universidade Santa Cecília. Neste dia, fique atento para encontrar um livro “Não por acaso” e após sua leitura esqueça-o em algum lugar do campus.

Faça parte desta rede literária deixando seus comentários no blog Cultura Ativa. Esta iniciativa de encontrar livros “esquecidos” já acontece em diferentes países ( Inglaterra, Espanha, França, Canadá entre outros)

Alguns dos títulos que serão “esquecidos” : Memória de minhas putas tristes de Gabriel García Márquez, Lolita de Vladmimir Nabokov, A incendiária de Stephenking, O mito da fragilidade de Colette Dowling dentre outros...

Informações sobre o Projeto : O projeto “Não por acaso” foi criado pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da Unisanta em agosto de 2008 e propõe de maneira lúdica e espontânea a leitura como atividade de lazer. Para participar é simples: basta encontrar um destes livros e após a leitura esquecê-lo em outro lugar da Universidade.

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O dia do(a) Bibliotecário(a)

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  O Dia do(a) Bibliotecário(a) foi instituído pelo decreto nº 84.631, de 14/4/1980, junto com a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Foi escolhido o dia 12 de março em homenagem ao nascimento de Manuel Bastos Tigre (ocorrido em 1882), o nosso mais conhecido e ilustre bibliotecário.

Bastos Tigre foi jornalista, poeta, humorista, redator publicitário, autor teatral, filatelista e engenheiro eletricista. Decidiu abandonar sua profissão de engenheiro porque se apaixonou pelo ofício de bibliógrafo. Ele trouxe dos Estados Unidos o sistema de classificação decimal desenvolvido pelo bibliotecário norte-americano Melvil Dewey.

Com esse conhecimento, ganhou o concurso público para o cargo de bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Mais tarde, foi transferido para a Biblioteca Nacional, a maior do Brasil, e, depois, para a Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Foi nessa época que seus talentos se evidenciaram ainda mais, em razão das inúmeras contribuições trazidas para a ciência da biblioconv02teconomia.

Na Antigüidade, quando foi inventada a escrita, os bibliotecários eram responsáveis pela escrita e  armazenamento dos livros. Os escribas, por exemplo, escreviam as leis e registravam fatos do cotidiano.

Já na Idade Média, as bibliotecas passaram a ter um caráter religioso, e a função do bibliotecário ficou a cargo dos monges, que eram copistas e os próprios editores dos livros. Sua preocupação, porém, era apenas preservar o acervo e proteger as obras.

Hoje em dia, o bibliotecário é o profissional responsável não só por preservar a informação, como também por fornecê-la. É também sua responsabilidade garantir um acesso rápido e seguro a essas informações. Ele zela não pelo acervo de livros, periódicos e documentos gravados em discos, fitas magnéticas ou em modernas mídias digitais.

Visto que o funcionamento das modernas bibliotecas é bastante complexo, existem atualmente cursos universitários destinados a preparar pessoas especializadas para nelas trabalharem.

Fonte: www.paulinas.org.br