27 de mar de 2013

Sarau Entre Livros celebra 100 anos de Vinicius de Moraes

O Cineclube Lanterna Mágica e o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIbi), da Unisanta, realizam o Sarau Entre Livros “Boteco da Fidelidade”, em homenagem ao “poetinha”, como gostava de ser chamado, Vinicius de Moraes, que completa este ano o seu centenário. O sarau acontecerá dia 23 de abril, às 20h30, na Biblioteca da Saúde (bloco E, 5º andar, Unisanta). A noite contará com um repertório musical especial, com os maiores sucessos do poeta, interpretados pelo grupo “Multiversos”, haverá também declamações de poesias e degustação de sabores, traduzindo os significados de suas melodias.
Sobre Vinicius
Vinicius de Moraes foi um famoso diplomata, cronista, poeta, músico, dramaturgo e escritor brasileiro, conhecido mundialmente. Mas algo que muitos não sabiam é que, além de tudo isso, ele era um cinéfilo de carteirinha. A partir da década de 40, Vinicius assumiu o cargo de crítico, posteriormente roteirista, ator e produtor.
Em 1941, ele começou a trabalhar como crítico de cinema no jornal “A Manhã”, onde demonstrava em suas críticas, um diferencial ao escrevê-las, quando abrangia sobre um filme, escrevendo-os de forma poética, relatando em cada parágrafo o que havia de fato achado daquela produção (algo que naquele tempo não era comum de se escrever em jornais). Já no final da década de 50, Vinicius participou do filme “Orfeu Negro”, do diretor francês Marcel Camus. Na mesma época, compôs a trilha dos filmes “A Felicidade”, “Sol sobre a lama”, e “O Nosso Amor” (este recebeu o Palma de Ouro no Festival de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro).
Em seu texto “O bom e o mau fã”, ele abrange os principais obstáculos pelo qual enfrentamos quando vamos ao cinema, desde o local onde sentamos, até aos estranhos que estão ao nosso lado, compartilhando escandalosamente os seus problemas e pensamentos pessoais. Devido ao seu enorme conhecimento e participação no assunto, em 1966 foi escolhido para ser um dos júris do festival de Cannes. Logo no ano seguinte, prestigiou o lançamento do filme “Garota de Ipanema”, pelo qual foi baseado em sua mais famosa canção. Em alguns versos de suas canções como “Garota de Ipanema” e “Estrada branca”, acontecem algumas referências ao cinema, como locações, enquadramentos, posições dos personagens ou da câmera nos momentos descritos.

8 de mar de 2013

Dia da Mulher


Hoje no dia internacional da mulher, uma data tão importante, não poderia passar esquecida, por esta maneira aqui prestamos uma homenagem a todas, mães, avós, amigas e namoradas.

Com uma das musicas mais belas que reflete tanto esse sentimento que sentimos por ti MULHER.








John Lennon - Woman



(Para a outra metade do céu)

Mulher, eu quase não consigo expressar
Minhas emoções confusas na minha negligência
Afinal de contas, estou eternamente em dívida com você
E, mulher, eu tentarei expressar
Meus sentimentos interiores e gratidão
Por me mostrar o significado do sucesso

Ooh, bem, bem
Doo, doo, doo, doo, doo
Ooh, bem, bem
Doo, doo, doo, doo, doo

Mulher, eu sei que você compreende
A criancinha dentro do homem
Por favor, lembre-se: minha vida está em suas mãos
E, mulher, mantenha-me próximo do seu coração
Por mais que [estejamos] distantes, não nos mantenha separados
Afinal de contas, está escrito nas estrelas

Ooh, bem, bem
Doo, doo, doo, doo, doo
Ooh, bem, bem
Doo, doo, doo, doo, doo
Bem

Mulher, por favor deixe-me explicar
Eu nunca tive intenção de te causar tristeza ou dor
Então, deixe-me te dizer de novo e de novo e de novo

Eu te amo, sim, sim
Agora e eternamente
Eu te amo, sim, sim
Agora e eternamente
Eu te amo, sim, sim
Agora e eternamente
Eu te amo, sim, sim

4 de mar de 2013

Sarau entre livros - UniVersos


O grupo POETAS VIVOS faz uma reflexão sobre a Arte Poética e Musical como resgate do Amorável entre os Homens. Fernando Pessoa e as descobertas, o mar unindo os continentes. O mistério, o santo e o profano. Whitman e seus poemas-canto de liberdade, de amor entre os homens, conclamando-os para o viver harmonioso em meio à natureza acolhedora. Mercedes Sosa, Violeta Parra e os poemas-canções libertárias. A aculturação do índio, a discriminação social, de cor e a mulher-núcleo geradora da vida são trazidos em versos de Regina Alonso.
A MPB e a música latino-americana conversam com os poemas reconstruindo, hoje, o espaço de convívio entre os homens.
 

Músico: Luis Arcas Cantora: Sol MartinesIntérpretes: Regina Alonso, Rogério Dias, Romualdo Simões