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Cinema além da tela em ações do LabCine – Unisanta


Criação Rafael Oliveira
     Com a proposta de ir além da tela, o Cineclube Lanterna Mágica e o Sistema Integrado de Bibliotecas, da Unisanta, oferecem várias opções ao espectador interessado em ver, investigar e produzir cinema em Santos. Sob a consultoria da Ricci Filmes, Produtora da Experiência do Cinema, serão realizadas ações como exposição de cartazes sobre montagem no cinema e o design, debates e estudos nas “Quartas Cine Disruptivas”, coleta de dados e pesquisas para a base de criação do “Mapa Cine Afetivo de Santos”, ciclo de cinema com filmes do cineasta David Fincher e uma sessão imersiva com base no filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”, também de Fincher. Esta é uma programação cheia de inovações e é base das investigações do LabCine Unisanta, grupo formado por professores pesquisadores, alunos, ex-alunos da Universidade e convidados interessados em expandir os conhecimentos a partir da sétima arte. Mais informações pelo telefone: 13 3202-7100, ramal: 257 (das 15h às 19h), e-mail: cinericci@yahoo.com.br ou no blog: www.unisanta.br/cineclube. Confira abaixo a programação detalhada:

>> PROGRAMAÇÃO
10/09 a 11/10 – Bibliotecas da Unisanta
Exposição de cartazes “Montagem e Design”
Acontece nas Bibliotecas da Unisanta a exposição de cartazes “Montagem e Design”, de 10 de setembro a 11 de outubro. São 23 cartazes criados por alunos do curso de Produção Multimídia da Unisanta, com o objetivo de revisitar a montagem no cinema e recriar conceitos de grandes diretores da sétima arte. Os alunos foram convidados a participar da 10ª edição do Cineme-se – Festival da Experiência do Cinema com os cartazes, a partir do convite foram feitos os cartazes que participam da exposição.
13/09 a 25/10 – 15h – Quintas – Cineclube 
Ciclo – Cinematografia À Fincher
Com o objetivo de investigar os principais aspectos da cinematografia do cineasta David Fincher e ir além da tela, o LabCine realiza o Ciclo “Cinematografia à Fincher”, com exibição de sete filmes do cineasta e live via facebook logo após as exibições. O ciclo acontecerá de 13 de setembro a 25 de outubro, às 15h e sempre quinta-feira, na Sala Maurice Legeard de Cinema. Confira a programação com a sequência de filmes exibidos: 13/09 - “Seven – Os Sete Crimes Capitais” (1995), 20/09 - “Vidas em Jogo” (1997), 27/09 - Clube da Luta (1999), 04/10 “Zodíaco” (2007), 11/10 – “Garota Exemplar” (2014), 18/10 - “Caçador de Mentes” (Série - Temporada 1 – Ep. 1 e 2) e 25/10 - “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008). Este último terá uma sessão imersiva no mesmo dia às 19h30. Haverá degustação de sabores surpresas sobre o filme exibido. Em todas as sessões a entrada é gratuita. Apoio cultural da Vídeo Paradiso e Ricci Filmes. 
Semanal – 15h às 18h - Cineclube
Quartas Cine Disruptivas
O LabCine – Unisanta realiza encontros semanais com a proposta de investigar e praticar as inovações tecnológicas sobre cinematografia, com vivencias e análises das narrativas imersivas no cinema expandido, na gamificação com games, jogos de tabuleiro e em realidade virtual. Essas ações também são base da construção do Mapa Cine Afetivo de Santos, uma iniciativa da Ricci Filmes em parceria com o Cineclube Lanterna Mágica – Unisanta. Uma vez por mês será realizada uma live, via facebook, sobre um tema central das investigações. Sempre as quartas, das 15h às 19h, na Sala Maurice Legeard de Cinema (bloco E, 5° andar - Unisanta). A participação é gratuita, mas é necessário fazer uma entrevista antes de ingressar no LabCine.


Rede online de conteúdos do Cineclube/LabCine:
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Do que são feito os sonhos?


fonte wikipedia
 O titulo desse texto pode ter inúmeras interpretações, conjecturas e filosofias, mas quando entramos numa sala de cinema podemos ver do que são feitos os sonhos.

No filme “A invenção de Hugo Cabret” ou "Hugo Cabret" de 2011 dirigido por Martin Scorsese, podemos sentir realmente essa magia que cria os sonhos, nessa obra maravilhosa onde uma história simples, ele consegue nos fazer sonhar, não só com a historia mas com os cenários nos colocando numa Paris do inicio do século de 20.

 Dentre os personagens do filme, além do Hugo pode se dar destaque a um personagem que se torna uma homenagem ao cinema, George Méliès, na humilde opinião deste que escreve ao lado de D.W. Griffin e Sergei Eisesntein são os verdadeiros pais do cinema, Méliès foi um gênio ao criar as trucagens nos filmes, criando os primeiros efeitos especiais, e Griffin e Eisentein criaram a linguagem cinematográfica.

 Como o desejo do pequeno Hugo por consertar um autômato que seu pai havia encontrado no sótão do museu onde trabalhava antes de falecer, poderia levá-lo a encontrar um dos pioneiros do cinema.

 Filmado todo em 3D é uma experiência ao deleite dos fãs de cinema, com algumas citações a filmes clássicos em suas imagens, a recriação de Paris, com fusão algumas imagens da atual, cria esse mundo mágico, Scorsese usou as câmeras fusion as mesmas usadas no filme Avatar. Esse foi o primeiro filme do diretor em 3D, e soube conduzir perfeitamente, o filme aproveitando todos os recursos e linguagem dessa tecnologia.


 Essa é uma dica de uma bela história e um belo filme, feito para agradar todas as idades.
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O Iluminado


O Iluminado
Stephen King


Que perigo pode existir em ficar isolado num hotel nas montanhas do Colorado na época do inverno?
Para Jack Torrance e sua família, nenhum ou não!
O hotel Overlock, uma antiga construção, encravada nas montanhas do Colorado, que no período de inverno fica fechado em virtude das fortes nevascas. Um local de muitas histórias algumas boas e outras sombrias, como histórias de mortes estranhas.
Jack foi contratado como zelador para o Hotel, isolado com sua esposa e filho, servirá como um recomeço pessoal, no qual terá a paz e tranquilidade necessária, para poder concluir sua peça e retomar sua carreira de escritor a muito interrompida por causa da bebida.
Danny, seu filho de cinco anos, desde pequeno demonstra ter uma sensibilidade ao sobrenatural maior que muitas pessoas, mas por causa de sua pouca idade, tudo que diz não é levado a sério pelos pais, que preferem acreditar ser só a imaginação do menino. O "doutor" - apelido dado pelos pais ao pequeno Danny - ao entrar no hotel, sente o mal que habita naquele lugar, ao passar dos dias a impressão vai dando lugar a visão de coisas inexplicáveis. Será ele capaz de alertar os pais sobre tudo que acontece lá?
Esta obra de Stephen King nos envolve numa trama que permeia o suspense e o sobrenatural. Levando o leitor a uma viagem entre a sanidade e a loucura, em momentos que faz o leitor indagar-se, isso é real?

Para quem gosta de um filme bem feito com atores ótimos, não deixem de ver a versão criada por Stanley Kubrick, com Jack Nicholson no papel de Jack Torrance.
O filme como também o livro são possíveis de se encontrar na Biblioteca Central.

Livro - LE. K64i
DVD - 791.43 263

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Ciclo "Cinema sem Partido"


O cinuclube Lanterna Mágica inicia um novo ciclo de cinema a partir do dia 18 de setembro sempre as 19h.

O novo ciclo “Cinema Sem Partido” no qual serão exibidos filmes sobre manifestações políticas que influenciaram a história.

O evento acontecerá entre o dia 18 de setembro até o dia 13 de novembro, sempre às 19h na sala Maurice Legeard de Cinema, no bloco E, 5º andar da Unisanta.
Entrada Franca









Os filmes do ciclo são

18 de setembro – A Instutentável leveza do ser (1987) Dir: Phillip Kaufman

02 de outubro – Z (1969) GRE - Dir: Costa-Gravas

09 de outubro – Eles não usam Black-Tie (1981) BRA – Leon Hiszman

16 de outubro – Os sonhadores (2002) ITA/FRA/GB – Dir: Bernado Bertolucci

23 de outubro – Domingo Sangrento (2002) – GB – Dir: Paul Greengrass

30 de outubro – Milk, a voz da igualdade (2008) EUA – Dir: Gus van Sant

06 de novembro – A Onda (2008) ALE – Dir: Dennis Gansel

13 de novembro – No (2012) CHI/EUA – Dir: Pablo Larraín  
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César deve Morrer


“Depois que descobri a arte, esta cela transformou-se numa prisão”. 
 
 

O que esperar de um filme interpretado por prisioneiros da ala de segurança máxima de Rebibbia, nas cercanias de Roma.

Um belo filme, conduzido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, mostra o ensaio de um grupo de teatro da prisão, para peça Julio Caesar de Shakespeare, no grupo tem ladrões, traficantes, homens envolvidos com a máfia.

Um grupo que não poderia dar nada, mas o resultado é muito bom, o preso que interpreta Brutus - Salvatore Striano, literalmente rouba a cena no filme, um dos pontos interessantes do filme é ser filmado em sua grande parte em preto e branco, tendo o começo e o final a cores e utilizar a própria prisão como cenário do mesmo.

A historia de cada um do grupo acaba se misturando aos personagens, como também o dialeto de origem ao texto, o diretor de teatro de Rebibbia, Fabio Cavalli, interpreta ele mesmo no filme ajuda a compor todo esse mundo .
O Filme faturou entre outros premios
- Em 2012, vencedor do Urso de Ouro e do Prêmio Ecumênico do Júri no Festival de Berlim (Paolo Taviani e Vittorio Taviani)

- Em 2012, vencedor do David di Donatello Awards de Melhor Direção, Melhor Edição, Melhor Filme, Melhor Produtor e Melhor Som. Foi indicado também a Melhor Fotografia, Melhor Música e Melhor Roteiro

O texto a seguir extrai do blog tecelã http://tecelan.blogspot.com.br/2013/03/sala-escura-cesar-deve-morrer.html,  concordo plenamente com o que a autora coloca é realmente algo a ser pensado.

Os irmãos Taviani, ao optarem pelo desvio, pelo que costumeiramente fica escondido, relegado às sombras, ao optarem por filmar atrás das grades de um presídio, trazem à luz delitos, crimes hediondos, sentimentos mesquinhos, as fraquezas humanas, mas também sua grandeza e a possibilidade de se construir novos caminhos.

 

E então a gente se pergunta: O quanto a arte, o teatro, o cinema, a pintura, a música, a fotografia, o artesanato poderiam fazer pela população carcerária, por menores infratores? Estaríamos contabilizando cada vez mais crimes, violência, pessoas encarceradas, se tivéssemos políticas públicas mais voltadas para a educação e a cultura? E se tivéssemos menos shopping centers e mais bibliotecas, museus, centros culturais, cinemas, teatros, circos? Menos estacionamentos e mais praças e jardins?

Cinema como o feito por Paolo e Vittorio Taviani nos fazem refletir sobre o que podemos fazer do lado de cá das grades para que haja cada vez menos gente do lado de lá.
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