23 de mar de 2010

11 anos descobrindo a mágica do cinema

por Eduardo Ricci

O Cineclube Lanterna Mágica, da Unisanta, comemora seus 11 anos com uma programação especial, com filmes, sarau sobre Mário Quintana com chorinho, vídeos, debates, música e muita cultura audiovisual. As ações culturais começam em 24 de março, às 19h30, no Cineclube, com a estreia da “Mostra Indie de Cinema – Filmes independentes que marcaram a década”; nesta noite será exibido o filme vencedor do Oscar 2010, “Guerra ao terror”, de Kathryn Bigelow. Após a exibição, haverá debate com convidados e o público. A mostra acontecerá até 26 de maio, sempre quarta-feira, às 19h.

A programação segue com a realização do Sarau multimídia Entre Livros – “Mário Quintana com chorinho”, dia 25/03, às 20h30, com apresentação do grupo de choro “Tem gato no fogão de lenha”. O público poderá declamar poesias de Quintana e participar de sorteios. O sarau acontecerá na biblioteca central, da Universidade, localizada no 1º andar do bloco M.

Dia 26/03, às 10h e 19h, no Cineclube, será apresentada uma seleção dos melhores vídeos produzidos para o Festival do Minuto 2009, o espectador poderá conferir criações ousadas e com linguagens inovadoras, prontas para renovar seu olhar e perceber as múltiplas formas de usar as antigas e novas tecnologias de captação de imagens.

Para encerrar as comemorações será realizado, pela primeira vez, o bate-papo “Encontros em Tempo Real”, que terá como convidada a Profª. Ms. e performer Erika Karnauchovas, abordando o tema central do CINEME- SE 2010: “O corpo como cenografia do eu”. O bate-papo acontecerá dia 27/03, às 14h, no Cineclube. Esta é uma iniciativa para integrar a equipe de produção do Festival com realizadores de curtas-metragens locais e o público interessado em cinema da Baixada Santista.

Todos os eventos têm entrada franca e não será necessário retirar convite com antecedência, basta chegar 15 minutos antes do início. O Cineclube fica na Sala Maurice Legeard de Cinema, bloco E, 5º andar. Mais informações pelo telefone: 13 3202-7100 ramais: 257 ou 147, ou pelo e-mail: ricci@unisanta.br.

16 de mar de 2010

“A gente passa, os livros ficam.”

 

“Ler é acima de tudo um prazer, é conhecimento e com conhecimento 05LivJosMin somos independentes. Aprendemos a pensar por nós mesmos e não nos deixamos convencer facilmente. Um povo que lê é um povo livre”. (José Mindlin)

O título é uma frase proferida pelo bibliófilo José Mindlin, falecido no último dia 28 de fevereiro aos 95 anos.

Ele foi jornalista, empresário, advogado, mas também um colecionador, que por mais de 80 anos, reuniu uma coleção importante de livros que falam de e sobre o Brasil. Esta expressiva coleção foi doada para o Instituto de Estudos Brasileiros da USP e em breve o acervo estará disponível tanto digitalmente como fisicamente num prédio com mais de 20 mil m2 na cidade universitária, já sendo conhecida como Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.

Mindlin foi um homem apaixonado pelos livros, com seu jeito incansável de ser, visitava escolas dando palestras, atraindo crianças e adolescentes ao mundo encantado das letras.

Para saber mais sobre a coleção doada por Mindlin consulte o site:

www.brasiliana.usp.br

1 de mar de 2010

“NÃO POR ACASO”... VOLTOU!

fotos 092 17 DE MARÇO (quarta – feira) estaremos “esquecendo” livros de entretenimento em alguns pontos ( pátio, bancos, cantina, sala de aula, elevadores, etc) da Universidade Santa Cecília. Neste dia, fique atento para encontrar um livro “Não por acaso” e após sua leitura esqueça-o em algum lugar do campus.

Faça parte desta rede literária deixando seus comentários no blog Cultura Ativa. Esta iniciativa de encontrar livros “esquecidos” já acontece em diferentes países ( Inglaterra, Espanha, França, Canadá entre outros)

Alguns dos títulos que serão “esquecidos” : Memória de minhas putas tristes de Gabriel García Márquez, Lolita de Vladmimir Nabokov, A incendiária de Stephenking, O mito da fragilidade de Colette Dowling dentre outros...

Informações sobre o Projeto : O projeto “Não por acaso” foi criado pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da Unisanta em agosto de 2008 e propõe de maneira lúdica e espontânea a leitura como atividade de lazer. Para participar é simples: basta encontrar um destes livros e após a leitura esquecê-lo em outro lugar da Universidade.

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O dia do(a) Bibliotecário(a)

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  O Dia do(a) Bibliotecário(a) foi instituído pelo decreto nº 84.631, de 14/4/1980, junto com a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca. Foi escolhido o dia 12 de março em homenagem ao nascimento de Manuel Bastos Tigre (ocorrido em 1882), o nosso mais conhecido e ilustre bibliotecário.

Bastos Tigre foi jornalista, poeta, humorista, redator publicitário, autor teatral, filatelista e engenheiro eletricista. Decidiu abandonar sua profissão de engenheiro porque se apaixonou pelo ofício de bibliógrafo. Ele trouxe dos Estados Unidos o sistema de classificação decimal desenvolvido pelo bibliotecário norte-americano Melvil Dewey.

Com esse conhecimento, ganhou o concurso público para o cargo de bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Mais tarde, foi transferido para a Biblioteca Nacional, a maior do Brasil, e, depois, para a Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Foi nessa época que seus talentos se evidenciaram ainda mais, em razão das inúmeras contribuições trazidas para a ciência da biblioconv02teconomia.

Na Antigüidade, quando foi inventada a escrita, os bibliotecários eram responsáveis pela escrita e  armazenamento dos livros. Os escribas, por exemplo, escreviam as leis e registravam fatos do cotidiano.

Já na Idade Média, as bibliotecas passaram a ter um caráter religioso, e a função do bibliotecário ficou a cargo dos monges, que eram copistas e os próprios editores dos livros. Sua preocupação, porém, era apenas preservar o acervo e proteger as obras.

Hoje em dia, o bibliotecário é o profissional responsável não só por preservar a informação, como também por fornecê-la. É também sua responsabilidade garantir um acesso rápido e seguro a essas informações. Ele zela não pelo acervo de livros, periódicos e documentos gravados em discos, fitas magnéticas ou em modernas mídias digitais.

Visto que o funcionamento das modernas bibliotecas é bastante complexo, existem atualmente cursos universitários destinados a preparar pessoas especializadas para nelas trabalharem.

Fonte: www.paulinas.org.br